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Tudo Sobre Medicamentos:

Cuba produzirá remédio contra a Aids
O que são e porque não usar os esteróies

Vantagens e desvantagens do alimentos Trangênicos
Remédios Falsos:
como usar corretamente os medicamentos:
Como Detectar o Câncer de Mama:
Exame do Pé Diabético:
Colesterol é bom. Controlado é Melhor Ainda:
Medicamento Genérico:

Medicamento Referência ou Inovador:
Medicamento Similar:
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Pós-Registro:

Cuba produzirá remédio contra a Aids - 6/23/2006 10:50:53 AM
Cuba produzirá este ano 10 milhões de tabletes de VIMANG, um produto natural extraído da cortiça da manga e usado com sucesso na terapia anti-retroviral para doentes de Aids, informou um especialista local. O diretor do Centro de Química Farmacêutica (CQF), Alberto Núnez, citado nesta quinta-feira pelo jornal Juventud Rebelde, disse que parte desta produção "será destinada à realização de estudos clínicos que permitam validar as qualidades terapêuticas do VIMANG". Núnez, que também é um dos principais criadores do produto, destacou que o VIMANG demonstrou ser útil para melhorar a qualidade de vida de pacientes soropositivos e na redução dos níveis de glicemia e do consumo de medicamentos em diabéticos do tipo I. O medicamento também serve para eliminar dores no corpo associadas ao envelhecimento em pessoas com mais de 65 anos. O especialista cubano apresentou uma palestra sobre as propriedades do VIMANG no I Congresso Internacional da Manga, celebrado da cidade de Santiago de Cuba (sudeste), com a participação de oito países, entre eles Venezuela, França, Itália e República Dominicana. O VIMANG é um preparado natural que se obtém a partir do extrato da cortiça de algumas variedades da mangueira, cujos efeitos analgésicos, antiinflamatórios, imunomoduladores e antiangiogênicos têm sido descritos e comprovados em estudos feitos na ilha caribenha nos últimos cinco anos. Segundo o jornal Juventud Rebelde, o VIMANG é comercializado em todo o país em seis formulações: tabletes, xaropes, cremes, ungüentos, extratos e infusões.
FONTE/AUTOR: AFP

- O QUE SÃO E PORQUE NÃO USAR OS ESTERÓIDES: Muitas pessoas acreditam que o uso de esteróides anabolizantes só trazem benefícios, como ganho de massa muscular, ganho de força, entre outros. Mas o que não sabem é que eles são drogas e também causam uma série de efeitos colaterais...
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- O QUE SÃO E PORQUE NÃO USAR OS ESTERÓIDES
Muitas pessoas acreditam que o uso de esteróides anabolizantes só trazem benefícios, como ganho de massa muscular, ganho de força, entre outros. Mas o que não sabem é que eles são drogas e também causam uma série de efeitos colaterais, e que muitos desses são graves e irreversíveis.
Uma opção mais saudável seriam os suplementos nutricionais naturais à base de proteínas, carboidratos, aminoácidos, vitaminas, que quando tomados corretamente, não causam nenhum efeito colateral, juntamente à uma alimentação balanceada, também melhoram as condições de treino. Não são de efeito imediato, por serem naturais, mas proporcionam ótimos resultados.

O que são ?
O esteróides são produtos químicos derivados dos hormônios produzidos pelas glândulas sexuais e supra-renais.
Os esteróides anabólicos são um subgrupo de hormônios andrógenos, (hormônio masculino), que são responsáveis pela produção das características sexuais masculinas. Eles interferem os hormônios de homens e mulheres. Proporcionam, além de vários efeitos colaterais, o aumento de massa muscular, rápida recuperação dos músculos treinados e também controle da quantidade de gordura corporal.
Os esteróides podem causar uma série de efeitos colaterais de longo e curto prazo. Alguns efeitos colaterais como a calvície e acne, não são ameaças à vida, mas podem ser psicologicamente preocupantes. Alguns usuários desse tipo de droga, sentem menos os efeitos colaterais a curto prazo, enquanto outros apresentam mais esses efeitos. Tudo depende da predisposição genética, da facilidade do organismo em absorver a substância.

OS Efeitos Colaterais
- Calvície: O hormônio DHL (Dihidrotestosterona), faz com que o folículo capilar pare de crescer cabelo;
- Hipertrofia prostática:O DHL, tem um papel importante no mecanismo de aumento prostático, podendo levar o consumidor a impotência;
- Acne: O DHL, faz com que as glândulas sebáceas produzam mais óleo, isto é combinado com as bactérias do ar e pele seca formam a acne;


- Hipertensão: Isso ocorre, pois os esteróides provocam grande retenção de água, inclusive no sangue, fazendo que este aumente de volume, como consequência aumentando a pressão;
- Limitação de crescimento: Alguns tipos de esteróides usados em longa duração ou em quantidades abusivas, tem como efeito colateral o fechamento prematuro dos discos de crescimento localizado nas epífeses ósseas;

 

- Aumento de colesterol: Tem como efeito colateral o acúmulo de LDL e diminuição do HDL, (os esteróides anabolizantes são um tipo de colesterol);
- Virilização em mulheres: pode ocorrer nas mulheres que utilizam esteróides o crescimento de pelos, engrossamento da voz e amnorréia,atrofia das mamas;
- Ginecomastia:Excessivo desenvolvimento dos mamilos em indivíduos do sexo masculino, que é conhecido popularmente como "teta de vaca";
- Dores de cabeça: também é ocasionada em função dos esteróides mais androgênicos e dos efeitos da elevação da pressão arterial;
- Impotência e esterilidade: No início do tratamento com esteróides, o homem passa por uma fase de aumento das freqüências das ereções, entretanto dura por apenas algumas semanas, isto se reverte gradualmente até a perda do interesse sexual. Esse desinteresse é o resultado da redução da produção da testosterona devido a elevação excessiva de testesterona no corpo.
- Insônia: Os anabolizantes tem um efeito de estimulante no sistema nervoso central, o que provoca insônia;
- Problemas de tendões e ligamentos: Os esteróides anabólicos fazem com que os músculos se desenvolvam rapidamente, e este desenvolvimento não é acompanhado pelos tendões e ligamentos que se desenvolvem lentamente, isto causa problemas para tendões e ligamentos como: inflamação, inchaço e até ruptura.
- Hepatotoxidade: O fígado é prejudicado ou lesionado pelos esteróides mais tóxicos.
O consumo de esteróides pode também conduzir ao câncer de fígado e dos rins; causar ataque cardíaco, diabetes, distúrbios do fígado rins, pâncreas e pulmões e até agressividade e depressão.
Portanto se você treinar sério, com cargas pesadas, bons exercícios, feitos de maneira correta, com uma alimentação equilibrada e bem variada, descanso adequado, não há necessidade do uso de esteróides.
Se necessitar de algum tipo de complemento para melhorar suas condições nos treinos, seu desenvolvimento e recuperação muscular, procure saber mais sobre os produtos naturais, como os suplementos à base de proteínas, carboidratos, aminos, entre outros, os quais, após um determinado período, que varia de acordo com o organismo do indivíduo, podem ajudar bastante a melhorar sua performance. Para saber qual desses produtos naturais é o mais adequado para você, de acordo com suas atividades e seu metabolismo, é indicado que procure a orientação de um médico ou nutricionista para melhor orientá-lo.

Fonte: http://www.websitesaude.kit.net/dicas.htm

- VANTAGENS E DESVANTAGENS DOS ALIMENTOS TRANSGÊNICOS
Você já deve ter ouvido falar na sigla OGM, que quer dizer Organismo Geneticamente Modificado; ou, simplesmente transgênico. Especificamente, trata-se de um ser vivo cuja estrutura genética (a parte da célula onde está armazenado o código da vida), foi alterada pela inserção de genes de outro organismo, de modo a atribuir ao receptor características não programadas pela natureza. Uma planta que produz uma toxina antes só encontrada numa bactéria. Um microorganismo capaz de processar insulina humana.
Um  grão  acrescido de  vitaminas  e sais minerais que sua espécie  não  possuía. Tudo isso é  OGM.
A engenharia genética utiliza enzimas para quebrar a cadeia de DNA em determinados lugares, inserindo segmentos de outros organismos costurando a seqüência novamente. Os cientistas podem "cortar" e "colar" genes de um organismo e manipulando sua biologia natural a fim de obter características específicas (por exemplo, determinados genes podem ser inseridos numa planta para que ela produza toxinas contra pestes). Este método é muito diferente do que ocorre naturalmente com o desenvolvimento dos genes.
Os alimentos transgênicos são produtos da biotecnologia, que é uma ciência que, em termos gerais desenvolve produtos por meio de processos biológicos, como por exemplo a alteração genética de espécies através da tecnologia do DNA recombinante. Esta alteração ocorre entre espécies diferentes presentes na natureza e como objetivo de melhorar as características do organismo em estudo. A soja e o milho são exemplos de alimentos geneticamente modificados que estão sendo comercializados no mundo e já existem outros, como mamão, o feijão e o cacau, que ainda estão em estudo. Porém, a grande novidade é o arroz dourado, contendo beta-caroteno – precursor da vitamina A – e o tomate rico em licopeno.
Já foram permitidos nos EUA certas variedades de tomate, soja, algodão, milho, canola e batata. O plantio comercial intensivo também é feito na Argentina, Canadá e China. Na Europa, foi autorizada a comercialização de fumo, soja, canola, milho e chicória, (só o milho é plantado em escala comercial na França, Espanha e Alemanha.)
Estima-se que aproximadamente 60% dos alimentos processados contenham algum derivado de soja transgênica e que 30% tenham ingredientes de milho transgênico. Porém, como a maioria destes produtos não estão rotulados, é impossível saber o quanto de alimentos transgênicos está presente em nossa mesa. Em grande parte do mundo os governos nem sequer são notificados se o milho ou a soja que eles importam dos EUA são produtos de um cultivo transgênico ou não.
No Brasil, segundo o artigo 225 da Constituição Federal Brasileira: "Todos tem direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial a sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder público e à Coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações.
Parágrafo 1 – Para assegurar a efetividade desse direito, incube ao Poder Publico;
(...)
II- Preservar a diversidade e a integridade do Patrimônio genético do País e fiscalizar as entidades dedicadas à pesquisa e manipulação de material genético
(...)
II – Exigir, na forma de lei, para a instalação de obra ou atividade potencialmente causadora de significativa degradação do meio ambiental, a que se dará publicidade;
V – controlar a produção, a comercialização e o emprego de técnicas, métodos e substâncias que comportem risco para a vida, a qualidade de vida e o meio ambiente;
(...)
Em 1995, foi aprovada a Lei de Biossegurança no Brasil, que gerou a Constituição da CTNBio (Comissão Técnica Nacional de Biossegurança), pertencente ao MCT (Ministério da Ciência e Tecnologia). Este fato permitiu que se iniciassem os testes de campo com cultivos geneticamente modificados, que são hoje mais de 800.
Testes feitos em laboratórios europeus detectaram a presença de transgênicos em 11 lotes de produtos vendidos no Brasil, a maioria deles contendo a soja geneticametne modificada Roudup Ready, da Monsanto ou com o milho transgênico BT, da Novartis.

  • Nestogeno, da Nestlé do Brasil, fórmula infantil a base de leite e soja para lactentes contendo soja RR;
  • Pringles original, da Procter e Gamble, batata frita contendo milho BT 176 da Novartir;
  • Salsicha Swift, da Swift Armour, salsichas tipo viena contendo soja RR.
  • Sopa knorr, da Refinações de Milho Brasil, mistura para sopa sabor creme de milho verde contendo soja RR;
  • Cup Noodles, da Nissin Ajinomoto, macarrão instantâneo sabor galinha contendo soja RR;
  • Cereal Shake Diet, da Alvebra Industrial, alimento para dietas contendo soja RR;
  • Bacós da Gourmond Alimentos (2 lotes diferentes), chips sabor bacon contendo soja RR;
  • Prosobee, da Bristol-Myers, fórmula não láctea à base de soja contendo soja RR;
  • Soy Milk, da Alvebra Industrial à base de soja contendo soja RR;
  • Supra Soy, da Jaspar, alimento à base de soro de leite e proteína isolada de soja contendo soja RR.

VANTAGENS DOS TRANSGÊNICOS

  • O alimento pode ser enriquecido com um componente nutricional essencial. Um feijão geneticamente modificado por inserção de gene da castanha do Para passa produzir metionina, um aminoácido essencial para a vida. Um arroz geneticamente modificado produz vitamina A;
  • O alimento pode ter a função de prevenir, reduzir ou evitar riscos de doenças, através de plantas geneticamente modificadas para produzir vacinas, ou iogurtes fermentados com microorganismo geneticamente modificados que estimulem o sistema imunológico;
  • A planta pode resistir ao ataque de insetos, seca ou geada. Isso garante estabilidade dos preços e custos de produção. Um microorganismo geneticamente modificado produz enzimas usadas na fabricação de queijos e pães o que reduz o preço deste ingrediente; Sem falar ainda que aumenta o grau de pureza e a especificidade do ingrediente e permite maior flexibilidade para as indústrias;
  • Aumento da produtividade agrícola através do desenvolvimento de lavouras mais produtivas e menos onerosas, cuja produção agrida menos o meio ambiente.

DESVANTAGENS DOS TRANSGÊNICOS
1.  O lugar em que o gene é inserido não pode ser controlado completamente, o que pode  causar resultados inesperados uma vez que os genes de outras partes do organismo podem ser  afetados.
2. Os genes são transferidos entre espécies que não se relacionam, como genes de animais em vegetais, de bactérias em plantas e até de humanos em animais. A engenharia genética não respeita as fronteiras da natureza – fronteiras que existem para proteger a singularidade de cada espécie e assegurar a integridade genética das futuras gerações.
3. A uniformidade genética leva a uma maior vulnerabilidade do cultivo porque a invasão de pestes, doenças e ervas daninha sempre é maior em áreas que plantam  o mesmo tipo de cultivo. Quanto maior for a variedade (genética) no sistema da agricultura, mais este sistema estará adaptado para enfrentar pestes, doenças e mudanças climáticas que tendem a afetar apenas algumas variedades.
4. Organismos antes cultivados para serem usados na alimentação estão sendo modificados para produzirem produtos farmacêuticos e químicos. Essas plantas modificadas poderiam fazer uma polinização cruzada  com espécies semelhantes e, deste modo, contaminar plantas utilizadas exclusivamente  na alimentação.  
5. Os alimentos transgênicos poderiam aumentar  as alergias. Muitas pessoas são alérgicas a determinados alimentos em virtude das proteínas que elas produzem. Há evidências de que os cultivos transgênicos podem proporcionar um potencial aumento  de alergias em relação a cultivos convencionais.

CONCLUSÃO
                  Visualiza-se que nos próximos anos pode-se ter ganhos expressivos em diversos setores da sociedade, como por exemplo nas indústrias de alimentos (produtos com maiores qualidades de cor, sabor, textura, rendimento) e farmacêuticas (plantas que ofereçam produtos farmacêuticos ou de maior efeito médico).
                  Por outro lado é preciso investir em ciência básica para estabelecer protocolos adequados às condições ambientais e a biodiversidade própria do território nacional. Devem ser criados mecanismos públicos de controle, monitoramento e avaliação dos riscos ambientais e sociais causados pela biotecnologia e seus produtos.
                 Muitas vezes o uso da engenharia genética na agricultura é justificada pelo aumento da população mundial. Porém, de acordo com as Nações Unidas, o mundo produz uma vez e meia a quantidade de alimentos necessária para alimentar toda a população do planeta.
                 Apesar disso, uma em cada sete pessoas passa fome no mundo . o problema da fome está, portanto, intimamente ligado com as desigualdades sociais. Assim sendo, a engenharia genética, pelo menos até o momento, não se mostrou capaz de ser uma alternativa para solucionar o problema. Pelo contrário, a falsa idéia de que a bioteconologia é a solução, permite que governos e indústrias se distanciem do seu compromisso político de lidar com as desigualdades sociais que levam à fome.
                 O futuro da pesquisa baseada na biotecnologia deverá ser determinado por uma relação de forças, e não há razão para que os agricultores e o público em geral, devidamente fortalecidos, não consigam influenciar o rumo da biotecnologia para atingir os objetivos sustentáveis.

Fonte: http://www.websitesaude.kit.net/dicas.htm


Remédios Falsos
Como previnir-se de remédios falsificados

VERIFIQUE sempre na embalagem:

  • Se o nome do produto está legível e bem impresso;
  • Se não há rasgos, rasuras ou alguma informação que tenha sido apagada;
  • Se consta a data de validade do produto e o número do registro no Ministério da Saúde;
  • Se o número do lote impresso na embalagem é o mesmo do frasco ou cartela interna;
  • Se consta o nome do farmacêutico responsável e o número de sua inscrição no Conselho Regional de Farmácia;
  • VERIFIQUE se a bula é original e não uma fotocópia;

Se o medicamento que sempre foi eficaz deixar de fazer efeito ou se o seu estado de saúde piorar, PROCURE IMEDIATAMENTE O MÉDICO.

DIANTE DE QUALQUER ANORMALIDADE OU IRREGULARIDADE ENCONTRADA, PROCEDA DA SEGUINTE FORMA:

  • Ligue para o Disque Saúde : 0800 611997;
  • Comunique o fato à Secretaria de Saúde local - Coordenação de Vigilância Sanitária;
  • Ligue para o serviço de atendimento ao consumidor do laboratório responsável pelo medicamento original. O número do telefone vem impresso na caixa do medicamento;
  • As Delegacias de Repressão a Crimes contra a Saúde Pública da Polícia Federal também podem ser procuradas para denúncias.

Fonte: Ministério da Saúde

Medicamentos

como usar corretamente os medicamentos:

  • Leia a bula, confira as normas de conservação e siga as instruções;
  • Mesmo após aberto, conserve-o na embalagem original;
  • Não retire o rótulo antes de esvaziar o conteúdo, isso é importante para que o produto possa ser identificado se necessário;
  • Nunca tome medicamentos com prazo de validade vencido, mesmo que estejam com boa aparência;
  • Conserve os medicamentos longe do alcance das crianças;
  • Verifique a dose necessária, o que é normal para o adulto pode ser fatal para a criança;
  • Não tome restos de medicamentos pois podem estar vencidos ou ter perdido o efeito;
  • Sempre que sentir algum efeito estranho ao tomar o medicamento (alergia, coceira, náuseas, ânsia de vômito, rosto inchado, etc.), consulte um médico;
  • Siga sempre as recomendações do médico, principalmente nos tratamentos com antibióticos, pois é comum o abandono quando os sintomas desaparecem e isto pode piorar a infecção;
  • Nunca recomende medicamentos a outras pessoas, o que serve para curar alguém pode prejudicar a saúde de outros;
  • Não se automedique, somente o médico ou dentista têm condições de analisar as causas da doença e como tratá-la corretamente.


Como detectar o câncer de Mama

As estatísticas confirmam que uma em cada 11 mulheres deverá desenvolver câncer de mama.
Qual o melhor exame para diagnosticar as doenças mamárias?
Além de realizar o auto-exame das mamas todos os meses, muito importante na detecção precoce de nódulos nos seios, a mamografia é, atualmente, o melhor exame disponível para diagnosticar alterações benignas e malignas, principalmente, o câncer de mama.
A mamografia pode ser realizada em qualquer idade?
O primeiro exame deve ser realizado após os 35 anos. Porém, se for detectada alguma alteração ou suspeita no exame físico, sua indicação é importante antes da idade prevista. Em alguns casos, a resolução da mamografia não é tão satisfatória, sendo necessária a realização de outros exames, como o ultra-som.
Qual a diferença entre mamografia e ultra-som. Ambos são necessários?
A mamografia é uma radiografia, com doses baixas de radiação, a imagem obtida ajuda a detectar precocemente alterações na mama, mesmo em mulheres sem sintomas. O ultra-som das mamas utiliza ondas sonoras de alta freqüência, é indicado em casos especiais.
Quando a mamografia é indicada?
A mamografia deve ser realizada, após a avaliação do seu ginecologista, nas seguintes situações:

  • Presença de nódulos palpáveis.
  • Dor constante nas mamas.
  • Secreção pelo mamilo (exceto leite materno).
  • Alterações cutâneas da mama, tais como vermelhidão, coceira e ulcerações (infecções).

É possível detectar lesões mínimas, impalpáveis, que passam despercebidas ao exame físico, mesmo que a mulher não apresente sintomas.
Mamografia passo-a-passo
O exame completo dura aproximadamente 15 minutos, realizando-se duas radiografias de cada mama.
Antes do exame

  • Marque o exame, de preferência, uma semana após a sua menstruação, quando as mamas estão menos sensíveis.
  • Leve, no dia do exame, o exame mamográfico anterior para comparação.
  • Não use creme, talco ou desodorante antes do exame.

Importante: Para sua segurança e para obter melhores resultados, informe ao médico se:

  • estiver amamentando;
  • há suspeita de gravidez;
  • tem próteses de silicone nos seios;
  • fez biópsia ou alguma cirurgia na mama.

Durante o exame

  • Uma profissional em radiologia vai ajudar a posicionar sua mama sobre um suporte, para que as imagens possam ser obtidas.
  • O exame pode ser um pouco desconfortável, pois há necessidade de se comprimir a mama para uma boa resolução do exame.
  • Você deve segurar o ar por alguns segundos, enquanto a técnica aperta um botão para tirar a radiografia. O mesmo procedimento deverá ser realizado na outra mama.

Comprimindo-se a mama, sua espessura torna-se mais uniforme, possibilitando focalizar maiores detalhes das estruturas sem, usar grande carga de radiação.
Após o exame
O médico radiologista vai examinar as radiografias e emitir um relatório para o seu médico que, posteriormente, irá conversar com você sobre os resultados.
Se o médico solicitar um novo exame, após a realização do primeiro, significa motivos de preocupação?
Em alguns casos, são necessários exames mamográficos adicionais para uma melhor visualização das estruturas das mamas e, principalmente, para sua avaliação.
Porém, esse fato deve ser muito bem explicado à paciente, pois trata-se de um procedimento médico de rotina, e não, falha técnica. Além disso, a paciente torna-se apreensiva por achar que alguma anomalia foi detectada devido à repetição do exame.
Quando fazer o exame?
Entre 35 e 40 anos: uma mamografia de base.
Acima de 40 anos: o exame deve ser realizado anualmente.
O índice de cura do câncer de mama é grande...desde que a doença seja detectada no início. Proteja a sua saúde para preservar uma boa qualidade de vida e a tranqüilidade de todas as pessoas que você ama.

Editora responsável: Dra. Elisabete Almeida - drabetty@lincx.com.br
Saiba mais Sobre Diabetes

Diabetes
14 de novembro - Dia Mundial do Diabetes. Todos os anos, desde 1991, a International Diabetes Federation (IDF) promove um tema, com o intuito de conscientizar a população sobre as causas, os sintomas, o tratamento e as complicações associadas ao diabetes, além de alertar sobre o aumento da incidência da doença. Desta vez, o assunto é Pé Diabético e a campanha tem como slogan "Dê um passo à frente. Previna as amputações".
Sabe-se que 15 a 20% dos pacientes diabéticos portadores de alguma neuropatia não o sabem, pois não têm sintoma; e 50% dos pacientes diabéticos com mais de 20 anos de doença têm diminuição ou perda da sensibilidade nos pés. Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), cerca de 70% das amputações da extremidade inferior estão relacionadas ao diabetes.
Em virtude das alterações neuromusculares, os pés de diabéticos sofrem transformações, criando novos pontos de pressão, que facilitam o aparecimento de ulcerações. Além disso, o paciente vai perdendo a sensibilidade e não percebe que feridas estão se desenvolvendo. A infecção dessas feridas pode levar à amputação.
Por meio do exame do Pé Diabético é possível identificar os novos locais de pressão e a adoção de medidas que possam proteger o paciente, como a confecção de palmilhas e indicação de calçados especiais. "Este exame é comparável ao exame do fundo de olho, em sua importância. Nos últimos anos, os pés têm sido alvo de grande interesse entre a comunidade médica e científica, que cuidam de pacientes com diabetes. Examiná-los de forma objetiva e especializada é uma das novas recomendações destas entidades, mesmo que não haja nenhum sintoma", explica o Dr. André Reis, assessor médico da área de diabetes do Fleury.
Além disso, o auto-exame diário ajuda no acompanhamento de qualquer alteração significativa. Neste caso, é aconselhável que um médico seja procurado imediatamente. "Esta avaliação deve fazer parte da rotina laboratorial de todos os pacientes com diabetes, em razão do profundo impacto da evolução das complicações nos pés desses pacientes", completa Reis.
Confira aqui as recomendações da Sociedade Brasileira de de Diabetes:
O que fazer para evitar as úlceras
- Observe os pés diariamente para detectar bolhas, cortes, mudanças de cor, inchaços ou feridas;
- Quando não puder realizar o auto-exame, peça a ajuda de alguém;
- Evite andar descalço, mesmo dentro de casa;
- Use calçados adequados, dentro ou fora de casa;
- Sempre use meias e dê preferências às sem costura;
- Mantenha a pele bem hidratada, mas evite a área entre os dedos;
- Corte as unhas bem retas e lixe as partes afiadas;
- Eventuais feridas devem ser mantidas cobertas;
- Consulte regularmente seu médico.
O que não fazer
- Evite sapatos de bico fino, saltos, sandálias de tiras ou fivelas;
- Ao lavar-se, não deixe água muito quente cair em seus pés (não ultrapasse os 37º C);
- Não utilize aquecedores nem bolsas de água quente nos pés;
- Nunca use remédios para calos, nem use alicates, tesourinhas, etc;
- Evite o excesso de peso;
- Não fume;
- Não utilize jóias ou bijuterias nos pés.


Exame do Pé Diabético

O exame tem como objetivo detectar precocemente alterações na sensibilidade e na circulação dos pés, entre outras alterações comuns aos diabéticos, e que possam gerar riscos de agravamento, se não forem tratadas no início.
O Exame do Pé Diabético é inédito no segmento de laboratórios. No Fleury, a avaliação inclui vários testes de sensibilidade, de circulação e da forma de apoio ou "pisada", que pode também gerar ferimentos, reunindo conhecimentos de dermatologia, neurologia, podologia, ortopedia e da parte circulatória, globalmente. "É como se fosse um "check-up" dos pés, para diagnosticar e prevenir as complicações do diabetes", finaliza Reis.
Veja as perguntas e respostas mais freqüentes sobre o exame:
Qual a finalidade do exame do Pé Diabético?
A finalidade deste exame é detectar precocemente alterações na sensibilidade dos pés, na circulação do sangue nas pernas e ainda verifica o tipo de pisada que o paciente tem. Isto evita a evolução para quadros mais avançados (úlceras, gangrena e amputação).
Quais são os pacientes que deveriam fazer o exame?
Praticamente todos que têm diabetes. Esse exame é comparável ao exame do fundo de olho. Desde o primeiro ano de diagnóstico de diabetes os médicos recomendam realizá-lo anualmente. Lembramos que boa parte dos diabéticos recebe seu diagnóstico quando já se passaram alguns anos do início da doença.
Mesmo se o paciente não tem nenhuma queixa é necessário realizar o exame?
Sim. Nos últimos anos, os pés têm sido alvo de interesse muito grande em várias sociedades e associações científicas que cuidam de pacientes com diabetes. Examinar os pés de forma objetiva, organizada e especializada é uma das novas recomendações dessas entidades, mesmo se não houver nenhum sintoma. O exame adequado dos pés pode fornecer alto grau de prevenção contra as complicações que podem ocorrer (úlceras e mesmo amputações).
Qual a vantagem de fazer este exame? Se a sensibilidade não estiver boa, há alguma coisa a fazer?
A vantagem é que o paciente pode receber orientação sobre alguns cuidados especiais que deve tomar, e se já tiver alguma alteração, seu médico poderá indicar-lhe o tratamento mais adequado.
E se tiver problemas de circulação? Há o que fazer?
Sim. A melhor saída para quem tem problemas de circulação é saber rapidamente. Há diversos tratamentos.
Este exame é novo? Como nunca ouvi falar?
Não. A avaliação dos pés dos diabéticos é preconizada há muitos anos por várias entidades científicas. Na realidade é a primeira vez que um grande laboratório coloca à disposição da população um exame como este. Acontece que este exame é um pouco diferente da maioria, realizado através da coleta de sangue ou mesmo através de uma radiografia ou ultra-sonografia. Este exame envolve vários testes diferentes de sensibilidade, de circulação, do apoio dos pés, e reúne conhecimentos de dermatologia, neurologia, ortopedia e da parte circulatória num só exame. É como se fosse um "check-up" dos pés, para diagnosticar e prevenir as complicações do diabetes que podem acometer os pés.
Este exame é muito doloroso? Quanto tempo demora?
Não. O exame não causa nenhum desconforto. Demora de 40 a 50 minutos para ser realizado.


Veja alguns dados sobre diabetes:
- Há 194 milhões de pessoas com diabetes no mundo. Esse número deve chegar a 330 milhões em 2025.
- Mais de 1 bilhão de adultos ao redor do mundo apresentam excesso de peso e pelo menos 300 milhões deles podem ser considerados clinicamente obesos (IMC maior que 30 kg/m²);
- A obesidade pode reduzir em cerca de oito anos a expectativa de vida das pessoas que possuem diabetes tipo 2;
- Estima-se que, nos indivíduos com predisposição, a inatividade física cause cerca de 15% dos casos de diabetes tipo 2;
- Pessoas com diabetes que caminham 2h/dia podem reduzir o risco de mortalidade em 39%, e em 34% por problemas cardiovascular em cerca de.
Fonte: International Diabetes Federation
Por Silvia Marconato Publicado em 08/11/2005

Colesterol é bom. Controlado é Melhor Ainda


As novas diretrizes para o combate das altas taxas de colesterol dão ênfase às mudanças de estilo de vida, como redução de gorduras saturadas e colesterol na dieta e aumento da ingestão de fibras. Alcançar e manter um peso saudável, e aumentar a atividade física também são indispensáveis.
O colesterol sangüíneo elevado surge sem sintomas ou indícios e não faz distinção entre homens e mulheres, idosos ou crianças. Ele chega em silêncio e fica ali, por anos, sem apresentar nenhum sintoma. E contribui, para o registro mundial de 17 milhões de mortes anuais causadas por doenças cardiovasculares, de acordo com a OMS. Mais de 68 milhões de brasileiros apresentam alteração dos níveis de colesterol no sangue.
O que é colesterol?
É como uma gordura que não se dissolve no sangue. Para ser transportado até os tecidos e órgãos, precisa se ligar a outras substâncias, formando partículas maiores, chamadas lipoproteínas.
Os tipos de colesterol mais comuns são o HDL, também chamado de bom colesterol, que tem a função de conduzir o mau colesterol (LDL) para fora das artérias até ao fígado, onde será metabolizado. Ou seja, quanto mais HDL no organismo, melhor. E, quanto menos LDL, melhor ainda.
Onde mora o perigo
É no colesterol em excesso que está o perigo. Ao se acumular no sangue, o lípide forma placas de gordura chamadas ateromas que entopem as artérias. Nesse caso, há endurecimento e entupimento das artérias com placas de gordura chamadas ateromas. Elas reduzem o fluxo sangüíneo para os tecidos, incluindo o músculo do coração. É a aterosclerose, que pode levar a doenças nas artérias coronárias (do coração), derrame e enfarte.
No caso de bloquear uma artéria que fornece sangue para o coração, há risco de ataque cardíaco. Se for uma artéria que leva sangue para o cérebro, o resultado pode ser um derrame (acidente vascular cerebral).
Como detectar excesso de colesterol?
Os exames devem ser feitos a cada 5 anos, a partir dos 20 anos de idade e, anualmente, após os 40 anos. Se há casos de colesterol alto na família o controle deve começar na infância.
Confira a taxas consideradas saudáveis pelos especialistas


Adulto Sadio

Pessoas com mais de 2 fatores de risco *

Pessoas com doenças coronarianas ou diabetes

Colesterol total:Até 200 mg/dl

Colesterol total:Até 200 mg/dl

Colesterol total:Até 200 mg/dl

LDL:Abaixo de 160 mg/dl

LDL:Abaixo de 130 mg/dl

LDL:Abaixo de 100 mg/dl

HDL:Acima de 40 mg/dl

HDL:Acima de 45 mg/dl

HDL:Acima de 45 mg/dl

* pressão alta, obesidade, diabetes, sedentarismo, tabagismo, ou casos de colesterol alto na família

Quanto mais cedo se detectar, melhor
Em geral, começa-se a medir o colesterol, por meio de exames de sangue, aos 20 anos. A partir daí, deve-se verificar pelo menos a cada 5 anos. Conforme o nível em que está o colesterol, e se a pessoa tem outros fatores de risco de doença cardíaca, será preciso verificar o colesterol mais freqüentemente. As crianças também precisam ter seus níveis de colesterol verificados, se um parente próximo como pai ou avô, tiver doença cardíaca antes dos 55 anos, ou se parente próximo tiver altas taxas de colesterol (igual ou maior que 200 mg/dL).
Por que ele aumenta
A causa mais comum do colesterol alto é alimentação gordurosa e rica em colesterol e triglicérides, outras gorduras ou lípides existentes no sangue, derivadas da ingestão de gorduras e do consumo de açúcar de doces, álcool e massas. Os triglicérides contribuem para diminuir a quantidade de bom colesterol no sangue (HDL).
Os fatores de risco

  • Estresse: ele não aumenta o colesterol, mas pode tirar o ânimo de quem precisa mudar para um estilo de vida saudável.
  • Cigarro: associado ao colesterol alto, ele multiplica os riscos de doenças cardiovasculares. O mesmo vale para a hipertensão.
  • Alimentação rica em gorduras e açúcares.
  • Excesso de peso.
  • Sedentarismo, o grande vilão da atualidade.
  • Antecedentes de doenças coronarianas na família.
  • Diabetes.
  • Homem com mais de 45 anos.
  • Mulher, após a menopausa.
Editora responsável: Dra. Elisabete Almeida - drabetty@lincx.com.br

Medicamento Genérico: segundo a concepção da Organização Mundial da Saúde (OMS), o medicamento genérico é o produto farmacêutico intercambiável, ou seja, é aquele que contém o mesmo princípio ativo, na mesma dose e forma farmacêutica do remédio referência. É administrado pela mesma via e tem a mesma indicação terapêutica do medicamento referência, devendo apresentar a mesma segurança e a mesma eficácia clínica.
Medicamento Referência ou Inovador: São medicamentos cuja eficiência, segurança e qualidade foram comprovadas cientificamente, por ocasião de seu registro junto ao Ministério da Saúde, através da ANVISA. Eles se encontram há bastante tempo no mercado e têm uma marca comercial conhecida.
Medicamento Similar: Os medicamentos similares possuem o mesmo princípio ativo, a mesma concentração, forma farmacêutica, via de administração, posologia e indicação terapêutica, mas não têm comprovação da sua bioequivalência com o medicamento de marca. Desde o dia 23 de abril de 2001, os medicamentos similares sem nome fantasia, não podem mais ser produzidos pelos laboratórios. Os remédios similares, que hoje são vendidos pela denominação genérica, terão que adotar um nome fantasia ou ser submetidos ao teste de bioequivalência para receber o registro de genérico, portanto, se aprovados, passarão a ser genéricos. A medida foi regulamentada pela ANVISA, que publicou no dia 16 de março de 2001 a Resolução nº 36. O estoque excedente dos laboratórios pode ser comercializado até 14 de setembro deste ano, mas a partir do dia 15 somente os medicamentos genéricos poderão ser vendidos pelo nome do princípio ativo nas farmácias. Os medicamentos similares que são vendidos com nomes fantasia continuarão existindo, e não mais deverão ser confundidos com os genéricos pela população.
Biodisponibilidade: É uma propriedade biológica derivada da administração de um medicamento, por uma via extra vascular, a um indivíduo. Relaciona-se à quantidade absorvida e à velocidade do processo de absorção do fármaco liberado a partir da forma farmacêutica administrada. Está também relacionada à eficácia clínica do medicamento. Para qualquer medicamento administrado por via intravenosa, essa propriedade inexiste, ou seja ,não deve ser requerida, uma vez que o processo de absorção não ocorre por esta via.
Bioequivalência: Corresponde ao estudo comparativo entre medicamentos administrados por uma mesma via extra vascular, que avalia parâmetros relacionados à absorção do fármaco a partir da forma farmacêutica administrada.

Observação: O medicamento genérico é considerado bioequivalente ao medicamento de referência quando é comprovado que não existe diferença estatisticamente significativa entre suas biodisponibilidades, ou seja, em relação à quantidade absorvida e à velocidade do processo de absorção. A bioequivalência, na grande maioria dos casos, garante a equivalência terapêutica entre o medicamento genérico e o medicamento referência, o que é base para a intercambialidade entre os mesmos.
Equivalente Terapêutico: medicamentos com a mesma eficácia clínica e o mesmo potencial para gerar efeitos adversos, em relação à referência.
Pré-submissão: fase em que a empresa que deseja obter o registro do medicamento genérico da Agência Nacional de Vigilância Sanitária precisa apresentar um projeto destacando o protocolo de estudo de estabilidade e validação do processo de fabricação; metodologia analítica utilizada e o protocolo de estudo de bioequivalência, que devem cumprir normas pré-estabelecidas. O procedimento visa garantir, entre outros, a segurança dos testes a serem realizados, especialmente no que se refere ao estudo da bioequivalência normalmente realizado em voluntários sadios. O projeto é analisado e, se aprovado, ocorrerá a autorização para a produção de lotes preliminares para serem utilizados nos estudos citados.
Registro: fase em que a empresa deve apresentar, além dos documentos exigidos pela legislação vigente (Licença de funcionamento, Certificado de Boas Práticas de Fabricação, Autorização de funcionamento, entre outro) e do relatório técnico incluindo, entre outros, os aspectos farmacocinéticos, farmacodinâmicos e toxicológicos do fármaco, os resultados obtidos a partir dos estudos realizados. Os mesmos serão analisados por especialistas e, em caso de parecer favorável, o produto poderá ser considerado medicamento genérico, com registro publicado no Diário Oficial da União.

Pós-Registro: após a publicação do registro do produto, e conseqüente autorização para comércio, a empresa deve, entre outros procedimentos, comunicar a distribuição de, no mínimo 3 lotes, para que a ANVISA a seu critério, faça a apreensão para análise de controle. Periodicamente, também, deverão ser enviados relatórios à Agência, relatando a incidência de reações adversas e ineficácia terapêutica, para garantir o monitoramento da segurança e eficácia do genérico.

 
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